Venha Participar!!!

Iae galerinha!!!

Infelizmente o site ficou parado por uns 2 anos, e retomá-lo agora não vai ser uma missão fácil, então até eu aprender usar isso tenham paciência, por favor, que tentarei manter o blog atualizado! hahahaha

Acho que primordialmente com a retomada do blog é necessário informá-los onde e quando estão sendo os treinos… Então vamos lá!!!

Fiquem atentos aos dias de treinos do time de Beisebol e Softbol da federal.

Não é preciso ter experiência no esporte. Deixe de lado a timidez e traga sua força de vontade!!!

Treinos: Segunda – no Paulistinha (atrás do campo de futebol)

Quinta – no campo de futebol (ao lado das piscinas)

Horário das 12 às 14h

Contato: 3413-7787/9707-9000/8121-2914

É isso galerinha, qualquer dúvida deixe um comentário!

Batting Gloves (Luvas de Batingo)

Galera, antes de tudo, gostaria de agradecer ao nosso amigo e entusiasta do beisebol/softbol o grande Gengis! Ele se dispôs a pesquisar e escrever esse artigo, que posto sob meu nome, mas é de autoria dele!!!!

Obrigado Gengis!

Fitus!

Batting Gloves

Batting Gloves

As luvas para rebatedor fazem parte do uniforme/equipamento de beisebol e softbol, podem ser usadas em apenas uma ou ambas as mãos e são consideradas como acessórios não obrigatórios. Dentre as vantagens de se usar uma Batting Glove podem-se destacar: conforto, melhor empunhadura do bastão e absorção de impacto durante a rebatida. Além disso, alguns jogadores gostam de usar uma luva de batingo por baixo da sua luva de defesa, reduzindo o impacto da bola durante o jogo e melhorando o conforto; isso também ajuda a conservar a luva de beisebol, pois evitar que o suor entre em contato diretamente com a forração da mesma.

As primeiras vezes em que se usaram luvas para rebater durante jogos da MLB datam das décadas de 50 e 60, e eram luvas de golfe; nos anos 80 elas já eram bem comuns entre os profissionais, e atualmente poucos são os jogadores que preferem jogar à moda antiga (Vladimir Guerrero, Bobby Kielty, Doug Mientkiewicz, Jorge Posada, Francisco Cervelli, Nate Schierholtz, Jason Kendall, Jamie Moyer, Brooks Conrad, entre outros). Ainda hoje as luvas de golfe podem ser uma boa opção para essa função, mas com o passar dos anos elas deram origem as atuais Batting Gloves, que são otimizadas para o beisebol e softbol. Atualmente quase todas as marcas relacionadas ao beisebol fabricam luvas de rebatedor (Akadema, Rawlings, Easton, Louisville Slugger, Vinci, Mizuno, Worth, Under Armour, Nike, Reebok, DeMarini, etc.), sendo que a Franklin é a marca oficial da MLB, usada pela maioria de seus jogadores.”

Traduzido e adaptado da Wikipédia.

O método para descobrir o tamanho da sua mão é bem simples:

1) Peque uma fita métrica ou barbante e meça a circunferência da sua mão, na palma, logo abaixo dos dedos

Medida em volta da mão

Medida em volta da mão

2) Em seguida tire a medida do comprimento da sua mão, do começo da palma (pulso) até a ponta do seu dedo de xingar (vulgo dedo médio)

Medida vertical da mão

Medida vertical da mão

3) Depois é só usar a maior das duas medidas na tabela abaixo, para saber que tamanho de luva deve comprar

Tabela de Tamanhos

Tabela de Tamanhos

Obs: Mulheres usem a tabela da esquerda e homens usem a da direita

Observações e Recomendações:

- se você é destro, tire as medidas da mão direita; e se você é canhoto, tire as medidas da mão esquerda

- as medidas P, M e G para crianças e adolecentes são diferentes das de adulto, procure uma tabela adequada (youth hand size chart)

- as medidas não são absolutas, existe uma pequena variação nos tamanhos S, M e L, de acordo com fabricantes de luvas, padrões internacionais, etc. Como a velha história do calçado, algumas marcas você usa 39, outras você usa 40. Aqui (http://www.glove.org/glovemeasure.php) tem uma tabela Unissex, Masculina, Feminina, Júnior e Infantil

Existem também algumas tabelas prontas, as quais você pode imprimir e colocar a mão em cima para obter a sua medida diretamente:

- abra as imagens abaixo e salve no seu computador, mas antes de imprimir, certifique-se de que a figura esteja no tamanho natural (a primeira é mais fácil, pois tem uma linha que deve ter 10 cm, é só por na régua do Word)

E é isso aí pessoal, descubram seu “Hand Size” usem para escolher o tamanho de sua luva de batingo, golfe, motocicleta, moda e até as luvas de inverno!

por G. K. F. Kamimura

XIII Intersoft – Torneio Universitário de Softbol Feminino

 

Acontece nos dias 28 e 29 de Agosto o XIII Torneio Universitário de Softbol Feminino ou INTERSOFT, que será realizado no Anhanguera Nikkey Clube pela CUBS – Comissão Universitária de Beisebol e Softbol.

Neste torneio, diferente do Universoft e Softparty só é permitida a inscrição de equipes formadas exclusivamente por garotas que poderão participar deste torneio comprovando com documento lícito o vinculo com a Instituição de Ensino que representa, incluindo atletas formadas há até 2 anos.

UFSCAR SOFTBOL

Este torneio é uma ótima oportunidade para que todas as equipes que vão disputar o CBBSU possam se preparar.

Em 2009 a UFSCAR sagrou-se vice campeã do Campeonato Brasileiro de Beisebol e Softbol Universitário, tornando-se assim a segunda melhor equipe de softbol feminino do Brasil.

Vamos lá garotas, mostrem novamente toda a potência da Ufscar!

CYA PEOPLE!

Beisebol muda imagem para voltar às olimpíadas

  

olimpiadasBeisebol muda imagem para voltar ao programa olímpico

Presidente da Federação Internacional de Beisebol quer expadir esporte
para Europa, África e Oriente Médio

Riccardo Fraccari, presidente da Federação Internacional de Beisebol,
prometeu que irá lutar para que o esporte volte a ser disputado nos
Jogos Olímpicos. A estratégia da entidade será trabalhar para mudar a
percepção de que o beisebol é um esporte apenas norte-americano.

Fraccari disse nesta terça-feira (27/04/2010)  em Dubai que ele vê potencial para expandir o beisebol para partes da Europa, a África e o Oriente Médio, onde Iraque e Irã lhe procuraram para realizar investimentos locais no esporte.

Junto com a reformulação da imagem do beisebol, Fraccari afirmou que
vai trabalhar em conjunto com o softbol para trazê-los de volta aos Jogos Olímpicos. Os dois esportes foram excluídos do programa olímpico
após os Jogos de Pequim.

FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,beisebol-muda-imagem-para-voltar-ao-programa-olimpico,543627,0.htm

Momentos embaraçosos do baseball

E aí galera…. um momento de descontração pra animar o dia =) Enjoy!!!

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CAMPANHA “FAÇA DO SEU JEITO!”

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CAMPANHA FAÇA DO SEU JEITO

O blog da equipe de Beisebol e Softbol da UFSCar sofre de um problema que podemos identificar como  uma fragilidade do endereço eletrônico, ou seja, o nome do blog é difícil de guardar e frequentemente cai no esquecimento. Tentando amenizar essa situação e dar uma injeção de ânimo na vida do time dentro do mundo digital, surgiu a idéia de mudar-mos o nome do blog para um domínio mais conhecido e de fácil acesso não somente aos jogadores e admiradores, mas também para todo o Brasil e o mundo. Com esse intuito criamos a campanha “FAÇA DO SEU JEITO!”. É bem simples, basta usar sua criatividade e escolher um nome para o novo domínio do site como por exemplo, www.bsufscar.com.br, www.strikeout.com.br, www.melhortimedetodosostempos.com.br. Enfim, pense, analise, discuta com os amigos, crie, invente um nome e mande para nós.Todos os nomes serão bem vindos, passarão por um processo de seleção e sujeitos a votação. Estaremos recebendo as sugestões de nomes do dia 01/04 até 14/04. Os melhores nomes poderão ser votados por email, por enquente na comunidade ou ainda pelos comentários aqui mesmo a partir do dia 15/04 até 30/04.

Vamos lá! Tá esperando o quê? Participe dessa campanha. Quem sabe seu nome não é o escolhido?

A LUTA DO BEISEBOL PARA SER BRASILEIRO

Nosso querido Samuel, ao levantar dados para sua pesquisa, se deparou com uma reportagem feita pela Folha de São Paulo de 23/08/1976, ocupando uma página toda, Falando sobre os problemas do beisebol brasileiro, dos projetos para a popularização, e conta um pouco da história do esporte no Brasil (cuja a prática chegou a ser proibida durante a II Guerra Mundial). Aproveitem o material é muito bacana.

Folha de São Paulo, 23 de agosto de 1976

A luta do beisebol para ser brasileiro
Ter um número maior de praticantes fora da colônia japonesa é o
objetivo do beisebol brasileiro, que completa 50 anos de luta para
mandar uma equipe ao “mundial” juvenil de Caracas, em outubro.

Desde que chegou a São Paulo, trazidos por imigrantes norte-
americanos, há cinquenta anos, o beisebol nunca conseguiu se
transformar num esporte popular no Brasil. Ao contrário, chegou mesmo
a ser proibido durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar disso, conta
com um grande número de praticantes na colônia japonesa (mais de
duzentos mil) e já conseguiu com equipes formadas exclusivamente por
nisseis algum destaque internacional, obtendo por cinco vezes o título
sul-americano.
Por problemas internacionais (houve uma cisão entre as entidades que
regem o beisebol: FIBA e AIBA), o beisebol brasileiro não tem
competido com equipes de outros países e a última vez que isso
aconteceu foi em 1974, quando o Toshiba (campeão amador do Japão) fez
uma apresentação no estádio do Bom Retiro.
A falta de intercâmbio, no entanto, não é a maior dificuldade deste
esporte – reconhecem os dirigentes. Na verdade, o beisebol se ressente
de uma maior popularização. E, para isso, ultimamente a FPB vem
realizando campanhas a fim de atrair o jogador brasileiro, não
descendente de japonês.
Por exemplo, o II Campeonato Brasileiro Infanto-Juvenil encerrado
ontem à tarde, no Estádio do Bom Retiro, havia apenas três jogadores
brasileiro. Também a falta de verba atinge o beisebol, o que é um
problema comum ao esporte brasileiro.
A competição de ontem poderia ter sido o primeiro passo na preparação
de uma equipe para o Campeonato Mundial Juvenil, que será realizado ao
mês de outubro, em Caracas. No entanto, foi apenas um torneio
disputado por seis equipes paulistas e sem muito interesse, já que o
mais provável é a não participação do Brasil no mundial.
“Não há verba” – explicou o presidente da Federação Paulista de
Beisebol, Issao Nishi – “pois o campeonato mundial foi marcado de
surpresa. Assim, não foi pedido auxílio financeiro ao CND com a
antecedência devida. Na verdade, necessitaríamos apenas das passagens.
De resto, nos viraríamos, como sempre”.
Para a ausência de mais times no II Campeonato Brasileiro, o
presidente da FPB alegou a inexistência de equipes representativas os
demais estados que possuem federações (Pará, Paraná, Mato Grosso, Rio
de Janeiro e a Liga gaúcha).
A opinião de Antônio Kunio Kuwahara – um dos coordenadores do torneio
– é um pouco diferente. Não que faltem times: “Falta realmente um
promotor financeiro para apoiar as despesas das equipes
participantes”. E realmente ficaria muito cara a viagem da delegação
paraense até São Paulo.
Mas não foi só a ausência de maior número de equipes que caracterizou
a competição. Faltou também um nível técnico melhor, segundo os
comentários dos próprios técnicos. O jogo de abertura, por exemplo,
demorou quase três horas pois as equipes de Ourinhos e Tupã não
conseguiam marcar ponto. No fim, Tupã alcançou a vitória por 1 a 0, no
décimo-oitavo “inning” (o jogo deveria ter apenas sete, mas acabou
sendo prorrogado sucessivamente até que surgisse um ganhador).
Alegre pelos cumprimentos que recebia, mas exausto pelo esforço
dispendido, o técnico Paulo Nakashima, de Tupã, comentou logo após a
árdua vitória que já era esperado um nível não muito elevado: “O tempo
para treinamento é pouco. O calendário é apertado. Enfim, não há tempo
adequado para a preparação”.
Já o técnico Massaharo Katsumoto, da equipe do Kanebo de São José dos
Campos, justificou de outra maneira a falta de uma técnica mais
apurada: “Falta força aos jogadores. Eles ainda são muito jovens. O
arremesso é lento e a batida não pega forte”.

Essa reportagem nos faz realmente voltar no tempo e imaginar as dificuldades da época. Muito Obrigado pela contribuição Samuel.

Cya people!

CAMPO DO GIGANTES – SP


Exibir mapa ampliado

E aí Pessoal

Para motivos de consulta ou pra quem gosta de ficar olhando mapas, o endereço do campo do Gigantes é:

Av. Dr. Abraão Ribeiro, 497 – Barra Funda, São Paulo, 01133-020

Espero que seja útil.

Enjoy!

CYA PEOPLE!

VENHA PARTICIPAR

Quem aí nunca viu um jogo de beisebol? Quem nunca ficou confuso com as regras e pontos? Quem sempre teve vontade de aprender um esporte tão complexo mas tão completo? Como diz o slogan das Organizações Tabajara “SEUS PROBLEMAS ACABARAM”. Sim seus problemas acabaram, começaram os treinos da equipe de beisebol e softbol da UFSCar.

cartaz 2010(clique na imagem para aumentar)

Você bixão, bixete e veteranada que gostaria de participar dos treinos e fazer parte desse time é só entrar em contato com a gente pelo email ou ir direto nos treinos que acontecem de segundas (temporariamente no campo do paulistinha), quartas (campo do paulistinha) e quintas (campo da Federal ao lado das piscinas).

Tá esperando oque? Venha fazer parte dessa família que a cada ano faz mais e mais por esse time. Garantimos muitas risadas, ótimos momentos de diversão e grandes emoções.

REUNIÃO INÍCIO DE SEMESTRE

logo

Salve Galerinha… pros que não foram ou bixões desinformados, aconteceu nesta última segunda feira, dia 08/03 a tradicional reunião de início de semestre para decidir sobre treinos, cargos e assuntos diversos.

Segundo ATA da reunião elaborada e presidida por nosso querido amigo INDIAN BOY Tales, o quórum foi de 17 pessoas e ficaram decididos a ocupar os seguintes cargos, as respectivas pessoas:

Técnico de Beisebol e Softbol: GAMBÁ
Auxiliares: FABIÃO E TAKA
Caixa: HAYATO E DADALUGA
Uniformes: DADALUGA
Blusões: BIA
Inscrições: MIHA E MARI
Contato com a Atlética: ARTUR E RONCO
Material: RONCO E BRONHA
Transporte: ARTUR, GAMBÁ E BIA
Blog: SHIGA (via MT)

Ficaram também decididos que MIHA seria responsável pela próxima rifa, TAKA seria o contato com a ACENB SÃO CARLOS, divulgação por ARTUR, GAMBÁ e NETO.

Quanto aos treinos, acontecerão da seguinte maneira, lembrando que já começaram na quinta feira passada dia 11/03.

SEGUNDA – Treinos no paulistinha (temporariamente, depois de 4 semanas iremos rachar o campo da federal com o rugby).

QUARTA – Estamos vendo se conseguimos o paulistinha para poder treinar às quartas tambem.

QUINTA – Treino no campo da Federal, com o campo exclusivo para o Beisebol e Softbol.

E foi isso aí Pessoal, espero que essas informações ajudem os mais perdidos. Dúvidas deixe no comentários que responderemos o mais breve possível.

BOM COMEÇO DE ANO PESSOAL!

CYA!

SHIGA #44